quarta-feira, 30 de abril de 2008

Sixpence None the Richer voltou

sixpence return Depois da longa novela envolvendo gravidez, bandas novas, trabalhos solos e rompimentos mal explicados, Sixpence None the Richer voltou com música nova no MySpace, shows e vídeo no YouTube.

Não, eles não pararam na década de 90! Pelo contrário Leigh Nash e Matt andam se virando muito bem com as novas tecnologias.

Tem coisas que nunca acabam, como uma boa banda que, na verdade, é só uma reunião de velhos amigos!




terça-feira, 29 de abril de 2008

Posts na estante do Diversità


Durante meu tempo de abstinência de um blog próprio, andei contribuindo com o meu blog favorito (quero meus 10 reais depois) : Diversità, do grande amigo pilantra Ricardo.
Como a parceria foi um tempo muito bom, o rapaz me deixou permanecer na casa dele, junto com a belíssima Manoella, distribuindo minhas divagações de crise existenciais.
Todas as terças-feiras tem um post meu lá.
Estes são alguns dos que eu já publiquei:
Uma boa semana a todos!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

A vida no meio do mato

into the wild Quantas vezes você já não ameaçou as pessoas que iria sumir para sempre, aí sim todos iriam ver o que é bom pra tosse? Eu já repeti isso centenas de vezes...

Chris Mccandless foi mais corajoso e, deixando as promessas, colocou o pé na estrada e foi andar pelo mundo.

É muito fácil sair por aí andando com dinheiro e um carro, né? Chris era rum rapaz rico, aliás ia ganhar um carro novo antes de ir para Harvard, a melhor faculdade dos EUA, senão do mundo.

Cansado da vida abastada, arrumou a trouxa, estragou o velho carro no deserto e doou todo o seu dinheiro. Viveu com "ciganos" e um senhor viúvo. Era um rapaz excepcional.

A história virou o livro e o filme Into the Wild (Na Natureza Selvagem é o título em português). Assisti e, até agora, continuo a achar o melhor filme que vi esse ano.

Pesquisando mais sobre a vida de Mccandless, descobri algumas fotos de sua infância e de tempos antes de sua morte. No album há imagens de sua mãe levando flores ao ônibus onde o aventureiro deu seu adeus à nossa louca sociedade.

Se não bastasse o bom filme, a trilha sonora é também um show a parte. Eddie Vedder, gravou um disco exclusivo para o filme, com músicas para colocar e enfrentar o trânsito de olhos fechados, ou se meter em uma empreitada de ir viver na Amazônia, que tal?

chirs high school

Nos tempos de escola.

chris into the wild

Chris pouco antes de morrer.

chris car

Ainda com o "carro".

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Top 10 músicas de rock cristão segundo um judeu

mute math Daniel Radosh, é um judeu autor do livro Rapture Ready: Adventures in the Parallel Universe of Christian Pop Culture.

Com a sua vasta experiência transitando pela cultura pop cristã, ele resolveu publicar uma lista com os 10 melhores rocks cristãos de todos os tempos, que ele ouviu durante a época que isolou-se no mundo das rádios cristãs americanas. Então vamos a lista (links para as músicas no YouTube):

1) Why Don’t You Look Into Jesus?, Larry Norman.

2) Kiss Me, Sixpence None The Richer.

3) Born, Over the Rhine.

4) Every Grain of Sand, Bob Dylan.

5) The Lust, The Flesh, The Eyes and The Pride of Life, the 77s.

6) Rapture, Pedro the Lion.

7) Nice and Blue (Part 2), mewithoutYou.

8) My Apology, Jonathan Rundman.

9) You Know That (Is Nothing New), Vigilantes of Love.

10) Come On, Andy Hunter.

Apesar do tom meio sarcástico da matéria, Daniel Radosh escolheu boas músicas, tirando uma ou duas bizarrices. Se essa lista fosse minha, manteria o Sixpence, Pedro the Lion, Bod Dylan e talvez o Larry Norman. Acrescentaria Jars of Clay, alguma do Switchfoot e um clássico do performático Michael W. Smith (Secret Ambition pra ser mais exato). É importante ressaltar que aqui tratamos de músicas importantes, marcos, e não de preferências.

Se você tem um inglês, ainda que arrastado (como o meu), vale a pena ler a postagem completa que contou com comentários até do primeiro baterista do Sixpence None the Richer que tocou a música Kiss Me. Ele deixou o primeiro comentário no post.

Aqui está a playlist quase completa (faltam a 8 e a 9) para o seu deleite:




E se essa lista fosse sua? O que colocaria ou eliminaria?

Via ThinkChristian.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Como parei de doar dinheiro à igreja e porque voltei a contribuir

money pink floyd dollarTodos que me acompanharam pela internet, nos blogs, nos textos e comunicadores, sabem da crise que tive com o suposto cristianismo que provei. Só conto essas histórias porque sei que muita gente passou ou está provando do mesmo. Não quero ser negligente quanto à necessidade de informar, pra que nenhum desavisado tenha que passar o que passei numa instituição que deve ser o maior chapéu depois das falsas agências de modelo: a igreja institucionalizada.

Frequentei um local que hoje olho com muita tristeza. Sei que há pessoas sérias e comprometidas em amar e cuidar de pessoas nessa instituição, mas há quatro coisas que é triste ver crescendo no meio dos meus amigos:

  1. a salvação dá lugar a exploração do dinheiro,
  2. liturgias como batismo juntam-se a cursos e cursos como se fossem pré-requisitos para que pessoas sejam salvas
  3. cura tornou-se maior do que suportar as doenças com uma esperança maior em futuro com Cristo
  4. A volta de Jesus toma um segundo plano diante de promessas de uma vida sem turbulências nessa nossa passagem pela terra.

Todas as reuniões eram palavras emocionadas, tocantes, com músicas melosas ao fundo, que eu tocava diga-se de passagem, afim de deixar as pessoas envolvidas e suscetíveis a entregar dinheiro no primeiro leilão em que vendessem vidas perfeitas.

A persuasão era obra de maestria inquestionável. Os que de alguma forma não tinham nenhuma quantia para doar, eram intimidados em algumas reuniões onde eram distribuídos certificados para dizimistas. Os cursos sempre tratavam do assunto de ofertas como algo que tornava as pessoas prósperas e lhes tiravam toda a preocupação, caso doassem. Se não doassem , algumas dessas pessoas se tornavam paranóicas a ponto de falar que Deus tinha as abandonado!

Cansado de tudo isso, a primeira coisa que fiz foi sair do grupo de louvor. Alguns meses depois parei de doar dízimo. Não demorou muito para que eu me sentisse culpado e voltasse a doar meu dinheiro, só que dessa vez fiz algumas doações para o Portas Abertas. Semanas depois parei de doar novamente, e comprei vários livros .

Já muito irritado e envergonhado de participar disso tudo, mudei de igreja a convite de alguns amigos que conheciam a Igreja Betesda que fica próxima aqui de casa. E não, não vou rasgar seda para ninguém, só vou agir do modo mais egoísta, afinal esse é um post sobre dinheiro.

Quando cheguei nessa comunidade, não encontrei nada de muito diferente. Não tinha muitas pessoas tatuadas, e o mais diferente que vi foi uma menina meio hippie, mas isso tem em todo lugar.

Gostei do lugar onde não faziam propaganda de Deus, e nem incentivava ninguém a levantar as mãos e sair gritando e chorando dizendo que queria Jesus. Sabe... isso de querer Jesus é algo complicado, não existe este milagre em apenas uma noite. Todos precisamos d'Ele, mas decidir que realmente queremos ser pessoas melhores parecidas com Cristo é algo bem mais complexo, que leva um tempo e talvez nunca alguém chegará a algo totalmente certo sobre isso.

Fiquei sabendo que nessa igreja eles tinham algumas obras sociais em uma comunidade carente aqui de São Paulo, um centro de saúde para ser mais exato. Resolvi voltar a doar meu dinheiro nesse local baseado em alguns princípios que consegui finalmente entender:

  • Dízimo não é para quem está debaixo da graça. Se ainda continua acreditando assim, você nasceu cerca de 2000 anos atrasado
  • Gafanhoto e lagarta são apenas insetos, e as únicas verdinhas que eles conseguem comer, são as folhas das plantas.
  • Se você não der dinheiro, Deus te ama do mesmo jeito
  • Doar dinheiro à igreja deve fazer parte de um ato consciente, que inclui saber onde ele está sendo usado
  • Se não freqüenta nenhuma igreja, é interessante cogitar doar seu dinheiro para uma instituição de caridade séria. Isso não significa doar dinheiro no ônibus ou depositar na conta daquelas pessoas ligam nos infernizando a vida
  • Contribua com boas causas, e isso pode até ultrapassar a quantia que você se comprometeu à oferecer para a igreja

Doar o dinheiro é muito difícil em uma sociedade em que se ensina economizar cada centavo. Não estamos isentos de nossa responsabilidade com as causas humanas. Doar para o Reino de Deus é algo que vai além das supostas punições, do nosso egoísmo, e principalmente, muito além de uma instituição que supostamente leva o nome de Cristo. Esse ato engloba responsabilidade social. Assim como não jogar lixo na rua, diminuir a emissão de poluentes, cuidar das plantas e dos animais, contribuir com um pouco do que você tem é um ato de amor, consciência e agradecimento.

domingo, 20 de abril de 2008

Aviso aos leitores do iPodJesus

following

Se você acompanhava o iPodJesus, vai continuar recebendo as minhas postagens até o dia 01/06/2008, só que agora, do novo blog.

Em uma atitude pilantra, redirecionei o feed do antigo, para a Livraria.

Se você não gostou, pode cancelar a assinatura, no seu leitor ou email, mas antes que você decida fazer isso, deixe-me lançar uma chantagem emocional: é muito bom tê-los nessa nova casa!

Aconselho aos que decidirem me acompanhar que assinem no novo RSS, porque pretendo não deixar duas vias para assinatura.

Você terá até o dia 1º de Junho para fazê-lo, e depois os posts serão distribuídos apenas no novo feed:

http://feeds.feedburner.com/Livraria

Abraços apertados em todos amigos, e uma ótima semana!

sábado, 19 de abril de 2008

Conforto no transporte público de São Paulo e outras alternativas

preferencia_para_leitores Todo paulista precisou, precisa e talvez precisará do maravilhoso transporte público fornecido pelas autoridades que moram no nosso coração.

Quem se encaixa na "categoria do talvez", depois desse post , poderá considerar a possibilidade de adotar esse maravilhoso sistema como meio de transporte, tanto para lazer quanto para trabalho.

Vou falar de várias alternativas, que em todos os casos levará ao mesmo resultado: deixe seu lindo automóvel em casa.

Se você dúvida que é possível se ter conforto em outras alternativas de transporte que não o seu automóvel, aí está a lista de possibilidades.

  • Vá de fretado: Com certeza essa é a melhor opção do paulistano. A vantagem maior está no fato de não existir necessidade de você dirigir. Simplesmente relaxar e curtir o trânsito, enquanto outros xingam e são xingados no seu lugar! Mas como nem tudo são flores: geralmente você vai gastar 30% a mais do que se optasse pelo transporte público. Eu vou de fretado da Granja Julieta até a Mooca onde estudo, e temos que concordar que conforto depois de 8 horas de trabalho, não tem preço.
  • Vá de bicicleta: Se a grana tá curta e o fretado está fora de cogitação, nada melhor do que curtir o caminho com a sua magrela. É interessante escolher rotas alternativas porque disputar o espaço entre os carros com os nossos amiguinhos motoboys, não é nada legal e muito menos seguro. A bicicleta une o útil ao agradável: exercícios à caminho do trabalho para começar o dia bem!
  • Vá a pé: Este privilégio é só para quem mora perto do trabalho. Curtir a paisagem, caminhar ou correr logo cedo, com certeza é bem melhor do que a reciprocidade amorosa desse nosso trânsito.
  • Vá de trem ou metrô: Algumas estações disponibilizam uma bicicletaria para que você guarde a sua, e pegue-a na volta para casa. Se for aos finais de semana , o acesso dos ciclistas é liberado desde que se use o último vagão. O transporte nos trilhos é o menos ruim da nossa cidade: sem trânsito, sem farol, e até limpinho dependendo das linhas. Se possível escolha horários alternativos porque nos horários de pico as pessoas se amontoam dentro dos vagões.
  • Se não tiver jeito mesmo vá de ônibus: Sim! Dá pra andar de ônibus... Eu ainda não morri. O conselho é: acorde cedo, pegue um ônibus em algum terminal, leve um livro, coloque um player de música no ouvido. O livro e o player evita conversas com pessoas que reclamam de tudo ao seu lado, e de alguma forma acham que a Marta Suplicy é melhor que o Kassab, ou vice-versa. Não pegue esses ônibus muito velhos, senão você vai acabar ficando na mão pelo meio do caminho.
  • Carro é do demônio mas...: Se não há outra alternativa leve outras pessoas com você e rache o combustível. O importante é diminuir a quantidade de carros nas nossas ruas.
  • Mude de cidade: com certeza a solução ideal para todos os nossos males.

Ouvi uma vez em um canal novo de jornalismo meia boca, que "por dia 700 carros eram emplacados em São Paulo, enquanto 500 crianças saiam das maternidades".

Me perguntam se tenho planos de comprar um carro: não quero um. O máximo que eu preciso é de uma bicicleta em uma casa com quintal nos fundos, e na frente, uma rua sem semáforos.

A imagem no início do post é da nobre campanha Preferência para Leitores do blog o imperativo categórico.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Artistas da Web: talvez isso vire uma série

Com o advento da web e da livre publicação, muita gente consegue divulgar seus talentos sem gastar um tostão.

O único problema é achar uma coisa que mereça atenção no meio de tanta confusão. Muita coisa boa fica perdida nas câmaras obscuras dos YouTubes e MySpaces da vida.

Na medida do possível, divulgarei meus achados aqui no blog que, como essas pessoas, é mais um perdido aqui na imensidão no caos dos bits.

Começarei com o Tommy Wallach cantando e, principalmente, debulhando o piano na música I Ain't A Cowboy Anymore. Espero que gostem :) .

domingo, 13 de abril de 2008

Vou embora de São Paulo e vou levar a cidade comigo

Restaurante Argetina Depois de alguns meses, volto a vida de blogueiro. Senti bastante falta, só não voltei antes pelo tempo cada dia mais escasso que São Paulo me proporciona.

Isso pode soar estranho para qualquer pessoa que me conheceu a um tempo atrás, mas eis a declaração: Eu quero ir embora dessa cidade. E para complementar: Eu quero levar essa cidade comigo.

Estou no primeiro semestre do curso de Letras na Universidade São Judas Tadeu, que fica a quilômetros de distância da minha casa aqui em São Paulo. Levo duas horas do meu trabalho até a faculdade, e não vou com transporte público, vou em um fretado. Não pense que é um luxo meu, é uma necessidade. Se tivesse que viajar nessas belezinhas bi-articuladas, proporcionadas pela nossa amável prefeitura, simplesmente não chegaria a tempo, e se chegasse estaria só um resto de rapaz.

Todos os dias vou dormindo no ônibus, nos 10 primeiros minutos de viagem pego um livro e tento ao menos virar uma página: não lembro o que acontece depois...

Já cogito lugares para morar após terminar o meu curso, e um velho trailer no Alaska não está fora de cogitação. Talvez isso não tenha um bom final se a fome apertar e surgir umas plantinhas venenosas.

Coisas que mudaram do ano passado para cá:

2007

2008

Vinho: era o suquinho concentrado da Santa Ceia Bebo cerveja (moderadamente)
Sabia ler bem Beber do vinho é objeto direto preposicionado
Conhecia algumas cidades do Sudeste Fiquei uma semana em Buenos Aires
Tinha um salário horrível Novo salário novas dívidas
Tinha todos os cds do Hillsong United Formatei meu PC
Era da Igreja Quadrangular Estou na Igreja Betesda
As pessoas na Quadrangular faziam jejum de refrigerante Algumas pessoas na Betesda bebem cerveja
Fazia download de músicas Baixo albúns completos
Ouvia Lucas Souza Escuto Lucas Souza + Beatles + Travis + Derek Webb e Coldplay
Lia livros cristãos Leio livros da faculdade, alguns bem subversivos :)

 

Alguns podem questionar mudanças na minha postura, diferente de qualquer esteriótipo de cristão que eu já fui. Não me considero nenhum modelo de vida, nem de fé, nem de nada. Hipócrita é o que se considera sem admitir que está à mercê de falhas como todo o mundo! Mas se quiser me dar a mão e caminhar nessa bela estadia pela Terra, descobriremos em uma caminhada quase eclesiástica de crise existencial: o propósito da nossa passagem por aqui.

Para começar a semana fica este vídeo com zilhões de interpretações. Eu estava com muita saudade disso!

 

A foto no início do Post é de um restaurante da Argentina, história que contarei em breve que inclui até virar estrela na frente da Casa Rosada.

Tirando férias do mundo

into the wild Preciso dar um tempo para a minha mente, deixar ela sair livre por aí sem nenhum obstáculo. Quero olhar as coisas sem julgar nada sobre elas, e gostaria que tudo me olhasse da mesma forma.

Um tempo para deixar de ouvir as pessoas dizerem como o mundo deveria ser. Preciso deixar que a vida bata na minha pele, e que eu a absorva numa forma de osmose vital.

Não quero ler nenhum blog que diz que a igreja deveria fazer assim ou de outro jeito, ou que os livros deveriam tratar disso ou daquilo. Quero abandonar a didática de lado por alguns dias, e ver como é viver sem a busca constante do conhecimento, e deixar que a sabedoria me abrace, em um susto, um lapso, venha e me assuste. O prazer da descoberta!

Palavras como as que eu uso nesse texto seriam banidas nesse tempo. Eu não vou querer nada, não preciso de coisa alguma, não tenho que fazer absolutamente nada. Só viver.

Alguns dias para viver, sem a busca constante do sobreviver. Não quero ser o espécime mais forte, as coisas seguirão um curso mesmo que isso signifique a minha extinção.

Quero ler textos vagos, com ou sem mensagens em suas entrelinhas. Se as entrelinhas existirem, elas saltarão aos olhos daqueles que, como eu, estarão de férias do mundo, em uma estadia na verdadeira vida.

Colocaremos um fone de ouvido! Realmente não temos que escutar nada, só a música que sai de dentro de mim. Talvez ela seja triste ou silenciosa, mas é disso que precisas exatamente agora.

Precisa falar com os amigos, mesmo que não diga nada culto. Somente balbuciar algo, e escutá-los rindo, embriagados pelo amor. Não parecer culto fará parte do seu "pacote de viagem".

Eu preciso de pessoas perto de mim, não para usá-las, mas para que elas sejam minhas e eu delas.

Humanidade. S.O.S. Solidão...

Somente os movimentos dos lábios, os sons das palavras, pouco me importam o que digam, só quero a vida perto de mim, a vida de todos, e a minha vida em todos. Preciso que descansem em mim.

Não me digam como o mundo deveria ser, eu sei que as coisas estão erradas, mas quero que nutram um pouco de esperança. Tirem férias dos sistemas, e passeiam por sua humanidade. Encontrem aquilo que coloquei de semelhante de mim em vocês. As coisas não se ajustarão de uma hora para outra mas, assim como eu, vocês romperão de vez com tudo isso um dia.

A imagem no início do post é do filme Into the Wild, que em breve comentarei por aqui.